A caçada moderna

A Égide

Uma antiga caçada muda de forma. Nas noites atuais, a ameaça combina ideologia, inteligência e ação coordenada.

O que é

Uma organização feita para encontrar, cercar e eliminar.

No universo do romance, a Égide — A.E.G.I.S., Apostolic Ecclesiastical Global Inquisition and Security — é uma coligação secreta de inteligência e forças de operações especiais. Atua sob autoridade clandestina e reúne recursos de alcance internacional.

Seu objetivo é a erradicação dos vampiros. Não se apresenta como uma seita isolada: a ameaça está na coordenação, no acesso a informações e na capacidade de converter dados em operações no terreno.

Sala clandestina de operações com mapa do Rio sem inscrições, rádios e monitores apagados

Intenção

Uma nova Purga

Tratar a existência vampírica como ameaça a ser removida e mobilizar pessoas em torno de uma cruzada contemporânea.

Método

Células de combate

Acólitos e ex-operadores treinados unem fanatismo ideológico, organização paramilitar e armamento avançado.

Alcance

Dados e influência

Inteligência e tecnologia ajudam a identificar alvos; redes de acólitos espalham a campanha entre os mortais.

Retrato de Korven, clérigo de olhar severo segurando um crucifixo

O antagonista

Korven, o Cardeal de Ferro.

A operação brasileira da Égide tem um rosto: Korven. Sua presença transforma a ameaça distante em uma caçada que alcança o grupo no Rio.

Meticuloso e difícil de rastrear, Korven constrói uma rede de acólitos e tenentes. Sua campanha combina caça direta com influência sobre mortais, ampliando o conflito muito além de um confronto entre indivíduos.

A rede de Korven

O nome também aparece ligado a Silvanus Corbeau e ao título de Cardeal de Ferro. O plano revelado tenta converter o medo dos mortais em uma força organizada contra os vampiros. A rede inclui recursos, acólitos e influência digital; sua verdadeira história e os limites de seus poderes permanecem cercados de perguntas.